Faz tanto tempo que não nos falamos… depois daquela terça-feira de Carnaval em que marcamos um forró e eu não fui.
Na verdade, foi assim: eu estava com o meu vestido mais carinha de São João que tinha no armário, com sardas gigantes pintadas no rosto e um chapéu para disfarçar a ausência de tranças. Daí sentei para esperar o horário de sair e liguei a TV. Passava uma cena de novela em que alguém morria. Choro e desespero. Foi me dando uma aflição, foi passando “um filme” na cabeça, seção flash back total. Borrei a maquiagem que já estava feia, comi o chocolate que ia dar de presente no dia seguinte (o que me gerou uma tremenda alergia) e chorei até a madrugada. Por que tudo me pegou tão desprevenida, sabe? E daí me pareceu um sacrilégio sair para dançar, quando meu companheiro de pista não estaria comigo.
Faz tanto tempo que não nos falamos… depois daquela terça-feira de Carnaval em que marcamos um forró e eu não fui.
Na verdade, foi assim: eu estava com o meu vestido mais carinha de São João que tinha no armário, com sardas gigantes pintadas no rosto e um chapéu para disfarçar a ausência de tranças. Daí sentei para esperar o horário de sair e liguei a TV. Passava uma cena de novela em que alguém morria. Choro e desespero. Foi me dando uma aflição, foi passando “um filme” na cabeça, seção flash back total. Borrei a maquiagem que já estava feia, comi o chocolate que ia dar de presente no dia seguinte (o que me gerou uma tremenda alergia) e chorei até a madrugada. Por que tudo me pegou tão desprevenida, sabe? E daí me pareceu um sacrilégio sair para dançar, quando meu companheiro de pista não estaria comigo.
Desculpa, querida.