“Isa, cadê vc?”
Julho 29, 2009
Comentário:
Isa, cadê vc?
…
É mesmo… sumi daqui, vixe! Mas “ah, quanto querer cabe em meu coração”…
Não desisti do poéticas!!!! Não, não, não! Mas é que os tempos andam aflitos, as mãos ocupadas a traçar outras linhas e, depois do São João, nossa… mil correrias.
Ta, eu sei que pra você o São João acabou em junho, mas o meu estava em vias de finalização até ontem e só acabou hoje. Pois é. Porque depois da festa vem as considerações sobre a mesma, relatórios e mais relatórios pra compilar, números para analisar e lá vai fumaça…
De junho pra cá acredito que abri o Poética duas vezes: uma não lembro quando e outra agora, para postar esse texto, depois de me ver impelida a escrevê-lo ao ler o comentário aí acima, de Cacau. E os blog em geral, tenho lido pouco também. Sorte que alguns textos me chegam por email. Pra não ficar por fora de tudo, na hora da leitura virtual matinal, abro o Universo Bloguístico e vou linkando os mais atuais e lendo até não dar mais.
Enfim. Minhas atuais são: Três meses sem salário mas com filmes infantis em dia. Harry e Era do Gelo riscados da lista, o segundo com vibrações muito maiores; alguns projetos fugindo da gaveta e tomando novo ar; preparando exposição das esculturas de massinha de Juan; Medo e Delírio em Lãs Vegas junto com A Guerra dos Gibis disputando os meu olhar e um pedido de demissão recusado.
Eu quero voltar. Tenho escrito todos os dias, mas no papel, em casa, sob o silêncio mentiroso da madrugada, sentada na tampa fria da latrina do meu banheiro aconchegante. São muitas as palavras, mas são frases silenciosas, que não caberiam aqui…
No mais, querendo mais, sempre.
Desejando que alguém que amo tanto acorde e perceba que a vida não é tão cruel assim e que as pessoas não podem ser julgadas por uma atitude apenas, que ninguém tem o direito de julgar o outro com tanta covardia e que dois corpos não precisam disputar o mesmo lugar no espaço, simplesmente porque eles podem ter o seu próprio lugar.
É isso. “Caminhando e cantando”, mas atenta à canção, antes de seguí-la.
“Revirou minha cabeça, deixou tudo fora do lugar”: MAIS?
Julho 9, 2009
Pois é. Tempão longe daqui.
Ultimamente me sobram madrugadas e tintas de caneta no papel. Em papéis dos mais diversos, é bom que se diga. O que vale é a palavra solta, perpetuando em mim sentidos, mais nada. Ou tudo isso, quem vai saber?
Ando ainda naquela pindaiba dinheirística: salários atrasados, vó doente, mãe sem rumo, prima muda. Coisas que a gente não pode mudar escolhendo as pípulas vermelhas ou azuis de Matrix porque vai dar em nada. Ou tudo isso.
…
Mas juan tá ótimo, então eu tento me agarrar nisso e continuar. E ando entendendo que as pessoas que se calam para nós também calam para si uma voz. E eu não tõ mais afim de ficar berrando pra ninguém, sabe?
Ah Claudinha, eu queria te mandar uma resposta por email, sobre o seu comentário no post anterior; mas não tenho um jogo de palavras exato para usar agora e juntá-las todas só pra dizer que te amo… é melhor eu dizer assim, rápido. E explícito mesmo.
Agora noite, quase nove, eu aqui no Pelô ainda. Hoje tem primeiro ensaio do afrodisíaco, do Jauperi, ou das duas coisas juntas. O hômi é bom, o babado é caro, é na Tereza e vai rolar todas as quintas do mês de julho. Gostaram do lead? Sim, fácil de fazer. Quero ver é levantar o ravo da cadeira e ir colher os depoimentos da galera no show. Certo, certo….
Finalmente estou lendo Medo e Delírio em Las Vegas, do Thompson. Leo disse: “boa menina” e de fato, já tava na hora. Desde que descobri que existia Jornalismo Gonzo eu me reviro em outras linhas pra chegar naquelas e depois de uma peripécia na Saraiva, agora sou dona delas. (Ser DONA é ótimo né? Arf. “parece cocaína, mas é só tristeza” ok?, nunca esqueçam a lição de tio renato).
Enfim.
Passei pro blog não murchar. Porque eu me reviro na cadeira e grito aos quatro cantos que ‘vou acabar com aquilo alí’, mas na verdade, basta uma chegadinha, uma olhadinha e puft. já gosto de novo dele.
Agora deixa eu ir dançar e olhar a camisa branca de Jau. e a calça possivelmente branca também. e a transparência dela, que há de estar lá.
Fui.
Ver…
Julho 1, 2009
“Vermelhos são seus olhos”